Segundo o veículo, técnicos fizeram simulações de cenários que preservariam ganhos acima da inflação para os dois grupos em ritmos distintos, mantendo os trabalhadores da ativa na regra atual e estabelecendo um percentual menor que o reajuste real de até 2,5% para os inativos.
A discussão entre os integrantes da equipe teria como intenção diminuir a pressão sobre as despesas obrigatórias e sinalizar ao mercado financeiro um maior compromisso do eventual novo governo com o ajuste fiscal.
Ainda de acordo com o Valor, nenhuma decisão foi tomada sobre o assunto e qualquer eventual mudança passaria pela aprovação do presidente Lula. No momento a discussão se limite a estudos.
Fonte: InfoMoney